Bem, primeiramente vamos apresentar os protagonistas desta história:
Quando comecei namorar Sônia, com quem estou casado até hoje, por sinal uma belissima mulher, sua irmã Luciana tinha 11 anos.
Luciana era muito apegada a Sônia. Luciana também se apegou a mim.
Com o passar dos anos, casamos e viemos morar em São Paulo.
Em um determinado final de ano Luciana, que havia acabado de completar seus 18 anos veio passar férias em São Paulo.
Luciana com 18 anos tornou-se uma mulher tesuda, 1,65 ms, 59 kilos, morena clara, coxas grossas e torneadas, bumbum grande redondo e arrebitado.
Realmente tornou-se uma mulher de rara beleza. Igual à irmã.
Pois bem, nossa história começa quando, em meados de dezembro, eu já havia entrado em férias e Sônia ainda tinha mais uma semana pela frente.
Luciana já estava em casa.
Em uma manhã, quando levantei-me fui ao banheiro e ao entrar deparei-me com Luciana ainda de micro shorts
.
Meu pau acordou na hora. Luciana percebeu mas ficou na dela.
Tomamos café. Arrumamos a cozinha.
Enfim, ficamos de pernas para o ar.
De noite iriamos ao shopping com Sônia para comprarmos alguns presentes.
Sempre tive um tesão danado por Luciana.
Bem, após o almoço sentei-me no sofá para assistir um documentário na TV. Luciana sentou-se ao meu lado para assistir também. Que tesão me deu. Aquela ninfeta, cheirosa, pernas grossas ao meu lado.
Conversa vai, convesa vem, perguntei para ela sobre os namoros.
Ela disse que teve alguns namoros, mas nada sério.
Coloquei minha mão de forma ingênua na sua coxa.
Estava quente.
- Nossa Lu!
- Você deve estar com febre.
- Sua perna está ardendo em brasa.
- Ou é porque está pensando em algum namorado seu
Nessa hora, meu pau deu sinal de vida.
Ela percebeu e olhou.
- Caramba, João. A Sônia aguenta tudo? Deve ser grande?
Tasquei-lhe um beijo na sua boca. Fui correspondido.
Pedi para ela ficar de joelho na minha frente. Abaixei meu shorts e pus para fora meu cacete. 21 centimetros, grosso, tremendamente grosso. Gente!!!!!!!!! Que grande!
- Chupa ele Lu?
Lu pegou ele e abriu sua boca para receber minha tora.
Chupou sofreguidamente. Até babava.
Chupou tanto que inundei sua boca e garganta com meu nectar.
Depois de refeitos,
Pedi para ela se despir.
Quase desmaiei.
Que bunda maravilhosa.
Deitei-a no sofá e pedi para abrir as pernas. Chupei aquela buça cheirosa.
Não aguentando mais, pedi para penetrá-la.
Ela disse que era virgem, e somente deixaria eu brincar no cuzinho.
Mas, disse que talvez não aguentaria pela grossura do meu pau.
Pedi para ela ficar de quatro.
Lubrifiquei bem a entrada e as bordas de seu buraquinho.
Lubrifiquei também meu pau.
Encostei na portinha e forçei.
- Ai!
Mais uma forçada.
Ai! Ai!
Até que entrou a cabeça e mais um pouco.
Um berro fez se ouvir na sala.
- AI!!!!!!! Para, para.......chorava de soluçar......
- Ele é muito grosso.....aiiiii.....
Parei. Esperei.
Um tesão louco tomou conta de mim.
Em uma estocada só empurrei tudo. Como estava bem lubrificado entrou rapido até o talo.
Berros e choros se fizeram ouvir na sala.
Luciana suou frio.
Percebi o sangue escorrer pelos lados do cuzinho.
Fui rápido demais.
Tirei o pau.
Era tarde.
O estrago havia sido feito.
Todinho deflorado, e sangrando.
Ela chorava de fazer dó.
Levei-a ao banheiro.
Tratei dela.
Depois de um tempo, com as pernas um pouco abertas, pedi para novamente ficar de quatro.
Agora sem nenhuma prega, entrou com mais facilidade.
Já não chorava tanto. Ouviam-se gemidos de prazer.
Bombei com força até que despejei dentro dela acho que meio litro de nectar do prazer.
Refizemo-nos.
À noite fomos os três ao shopping.
Na manhã seguinte quando Sônia foi ao trabalho fui até o quarto de Lu.
Continuamos nossas brincadeiras.
JOÃO (Eu) - hoje com 49 anos.
SÔNIA (Esposa) - hoje com 45 anos
LUCIANA (Cunhada) - hoje com 32 anos.
SÔNIA (Esposa) - hoje com 45 anos
LUCIANA (Cunhada) - hoje com 32 anos.
Luciana era muito apegada a Sônia. Luciana também se apegou a mim.
Com o passar dos anos, casamos e viemos morar em São Paulo.
Em um determinado final de ano Luciana, que havia acabado de completar seus 18 anos veio passar férias em São Paulo.
Luciana com 18 anos tornou-se uma mulher tesuda, 1,65 ms, 59 kilos, morena clara, coxas grossas e torneadas, bumbum grande redondo e arrebitado.
Realmente tornou-se uma mulher de rara beleza. Igual à irmã.
Pois bem, nossa história começa quando, em meados de dezembro, eu já havia entrado em férias e Sônia ainda tinha mais uma semana pela frente.
Luciana já estava em casa.
Em uma manhã, quando levantei-me fui ao banheiro e ao entrar deparei-me com Luciana ainda de micro shorts
.

Meu pau acordou na hora. Luciana percebeu mas ficou na dela.
Tomamos café. Arrumamos a cozinha.
Enfim, ficamos de pernas para o ar.
De noite iriamos ao shopping com Sônia para comprarmos alguns presentes.
Sempre tive um tesão danado por Luciana.
Bem, após o almoço sentei-me no sofá para assistir um documentário na TV. Luciana sentou-se ao meu lado para assistir também. Que tesão me deu. Aquela ninfeta, cheirosa, pernas grossas ao meu lado.
Conversa vai, convesa vem, perguntei para ela sobre os namoros.
Ela disse que teve alguns namoros, mas nada sério.
Coloquei minha mão de forma ingênua na sua coxa.
Estava quente.
- Nossa Lu!
- Você deve estar com febre.
- Sua perna está ardendo em brasa.
- Ou é porque está pensando em algum namorado seu
Nessa hora, meu pau deu sinal de vida.
Ela percebeu e olhou.
- Caramba, João. A Sônia aguenta tudo? Deve ser grande?
Tasquei-lhe um beijo na sua boca. Fui correspondido.
Pedi para ela ficar de joelho na minha frente. Abaixei meu shorts e pus para fora meu cacete. 21 centimetros, grosso, tremendamente grosso. Gente!!!!!!!!! Que grande!
- Chupa ele Lu?
Lu pegou ele e abriu sua boca para receber minha tora.
Chupou sofreguidamente. Até babava.
Chupou tanto que inundei sua boca e garganta com meu nectar.
Depois de refeitos,
Pedi para ela se despir.
Quase desmaiei.
Que bunda maravilhosa.
Deitei-a no sofá e pedi para abrir as pernas. Chupei aquela buça cheirosa.
Não aguentando mais, pedi para penetrá-la.
Ela disse que era virgem, e somente deixaria eu brincar no cuzinho.
Mas, disse que talvez não aguentaria pela grossura do meu pau.
Pedi para ela ficar de quatro.
Lubrifiquei bem a entrada e as bordas de seu buraquinho.
Lubrifiquei também meu pau.
Encostei na portinha e forçei.
- Ai!
Mais uma forçada.
Ai! Ai!
Até que entrou a cabeça e mais um pouco.
Um berro fez se ouvir na sala.
- AI!!!!!!! Para, para.......chorava de soluçar......
- Ele é muito grosso.....aiiiii.....
Parei. Esperei.
Um tesão louco tomou conta de mim.
Em uma estocada só empurrei tudo. Como estava bem lubrificado entrou rapido até o talo.
Berros e choros se fizeram ouvir na sala.
Luciana suou frio.
Percebi o sangue escorrer pelos lados do cuzinho.
Fui rápido demais.
Tirei o pau.
Era tarde.
O estrago havia sido feito.
Todinho deflorado, e sangrando.
Ela chorava de fazer dó.
Levei-a ao banheiro.
Tratei dela.
Depois de um tempo, com as pernas um pouco abertas, pedi para novamente ficar de quatro.
Agora sem nenhuma prega, entrou com mais facilidade.
Já não chorava tanto. Ouviam-se gemidos de prazer.
Bombei com força até que despejei dentro dela acho que meio litro de nectar do prazer.
Refizemo-nos.
À noite fomos os três ao shopping.
Na manhã seguinte quando Sônia foi ao trabalho fui até o quarto de Lu.
Continuamos nossas brincadeiras.

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